Bem-vindo!

“Nada lhe posso dar que já não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isto é tudo”. Hermann Hesse

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Programação de Inauguração VITALITÉ Instituto de Saúde e Bem-Viver

É com muita alegria e emoção que convidamos você para participar da nossa inauguração. O Vitalité é a realização de um sonho de muitos anos, somado à uma amizade entre almas.
Desta união, nasce um Instituto voltado para o autoconhecimento, embasado em profundos conhecimentos e prática profissional de vários anos, aliado ao profundo desejo em compartilhar e facilitar os processos do self.

Sejam bem-vindos!

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Bem-vindo!

“Nada lhe posso dar que já não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isto é tudo”. Hermann Hesse

Pensamento Masoquista

Masoquismo (segundo o dicionário): “Atitude de uma pessoa que retira prazer ou parece gostar do seu sofrimento ou humilhação”.

O masoquista não quer desistir do sofrimento e procura, mesmo inconscientemente, situações desagradáveis, em uma intenção secreta de manter o sofrimento ou de experimentá-lo novamente.

Um aspecto importante a ser considerado é que uma pessoa com tendência masoquista apresenta índice acentuado de auto sabotagem e baixa autoestima. Acredita e espera a perda, o fracasso, a derrota.

É preciso reconhecer o constante sentimento de culpa e pensamentos negativos.

Proporcionar mais prazeres à sua vida, ser mais irreverente, se despreocupar com o que dizem a seu respeito, simplificar deveres e tarefas, sentir e valorizar o que é bom e belo, conviver com pessoas agradáveis, sentir-se pertencente ao todo, deixar a vida fluir.

Decidir e abrir espaço para que o amor, o prazer e a alegria aconteçam em sua vida.

“Todos os dias do aflito são maus; mas o coração contente tem um banquete contínuo”. Provérbios 15:15

Abraço fraterno

contato@ivetecosta.com.br

Terapia para os Descasados

Toda separação implica a vivência de sofrimento. Ela é sempre vivenciada como uma situação dolorosa, havendo um luto a ser elaborado. Os cônjuges vivenciam uma sensação de morte recíproca: cada um tem que morrer em vida dentro do outro.

Apesar das dificuldades enfrentadas, terminar uma relação que fere e constrange pode ser a melhor alternativa.

O processo de reconstrução, após uma experiência negativa, exige que a pessoa recupere e desenvolva os componentes da própria personalidade: físico, afetivo, espiritual, de relacionamento com o ambiente, com o trabalho, com os filhos, amigos, familiares e consigo mesmo.

Quando as pessoas conseguem lidar com o divórcio de uma “forma enriquecedora”, elas enfrentam melhor as mudanças no estilo de vida, responsabilidades e futuros relacionamentos.

Parece haver duas fases no processo de ajustamento à separação;

- a primeira caracteriza-se pela desestruturação emocional, com a autoestima destruída e com dificuldades de aceitar a separação como algo definitivo;

-já a segunda fase consiste na (re)descoberta do potencial, com sentimentos de reestruturação, autovalorização, crescimento como pessoa devido ao processo.

Enquanto os homens enfatizam mais os sentimentos de frustração e fracasso no processo de separação, as mulheres ressaltam, sobretudo, a vivência da mágoa e da solidão.

Embora vivenciando a mesma dor, homens e mulheres comportam-se diferentemente e manifestam de forma distinta seus sentimentos em relação à separação e àquilo que pode tê-la provocado.

A vivência de uma maior liberdade se mistura com o sentimento de solidão, tornando os primeiros tempos após a separação, particularmente, difíceis para homens e mulheres.

A terapia ajuda a resgatar a autoestima, ressaltando qualidades e habilidades; realizar análise funcional das dificuldades para que a partir de uma melhor compreensão de si, consiga visualizar novas alternativas; clarificar o processo corrigindo percepções distorcidas de relacionamento homem-mulher, casamento, etc.

Preparando-se para o novo!

Coragem!

Diz-se que, mesmo antes
De um rio cair no oceano,
Ele treme de medo.

Olha para trás, para toda a jornada:
Os cumes, as montanhas, o longo
caminho sinuoso através das florestas,
através dos povoados, e vê a sua frente
Um oceano tão vasto que entrar nele nada mais
É do que desaparecer para sempre.

Mas não há outra maneira.
O rio não pode voltar.
Ninguém pode voltar.
Voltar é impossível na existência.
Você pode apenas ir em frente.

O rio precisa se arriscar e entrar no oceano.
E somente quando ele entra no oceano é que
O medo desaparece, porque apenas então o rio saberá
Que não se trata de desaparecer no oceano,
Mas tornar-se oceano.

Por um lado é desaparecimento e
Por outro lado é renascimento.

Assim somos nós.
Voltar é impossível na existência.
Você pode ir em frente e se arriscar.
Coragem!
Torne-se OCEANO !!!

Osho

Viver bem e melhor

Errar faz parte do caminho, das experiências. É a aventura de viver! Podemos viver bem e melhor aprendendo com nossos erros, vivências, com a natureza, pessoas e situações!

1. A aceitação da responsabilidade é essencial para tornar o aprendizado possível. Aprender com nossos erros nos torna mais responsáveis e “donos” de nós mesmos e do nosso caminho.

2. Afaste-se da culpa, remorso, sentimento de vítima, dramas, julgamento e críticas que te jogam para baixo. Reconheça a sua parcela de responsabilidade e busque soluções.

3. Procure entender porque o erro aconteceu; investigue para conhecer suas causas.

4. Que informações, decisões e atitudes anteriores poderiam ter evitado o erro?

5. Que mudanças são necessárias para evitar a repetição deste erro?

6. Que tipos de mudanças são difíceis para você?

7. Que tipo de comportamento você precisaria mudar em situação semelhante?

É sinal de maturidade espiritual reconhecer e reparar nossos erros. E tocar em frente!

Somos todos aprendizes o tempo todo!

Projeções para 2012

Através de estudos consistentes baseados na milenar tradição da Numerologia Pitagórica e indicadores de perfil psicológico, é possível realizar projeções e orientações para o ano de 2012.

Este estudo personalizado tem como objetivos:

- Favorecer a tomada de decisões

- Destacar pontos fortes e fracos para o ano de 2012 nas diversas áreas: amor, dinheiro, trabalho, espiritualidade, família, saúde, etc.

- Oferecer orientações práticas, úteis e importantes para você direcionar a energia disponível e alcançar seus objetivos e propósitos.

Consulta individual com hora marcada.

Incluso: um brinde que o ajudará a ter mais foco e convicção nos seus objetivos para 2012.

Contato
Para saber mais, ou entrar em contato, envie um e-mail para contato@ivetecosta.com.br
11 2046-7227
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Persistir ou desistir?

A maioria de nós já pensou em desistir de algo. Alguns já pensaram em desistir do casamento, do emprego, da vida, do namoro, do curso, da família, de alguma amizade, do sonho; e também não são poucos os que já desistiram de fato.

Segundo o dicionário, persistir significa continuar firme e constante em um sentimento, uma resolução.

Podemos confundir persistir com teimosia, “cabeça-dura”. Por isso, é preciso estar atento para as prováveis consequências e riscos de tal atitude. Evitar ultrapassar os limites da ética e do bom senso.

O progresso humano não existiria sem a perseverança. Conhecemos várias historias de pessoas que perseveraram e conseguiram grandes conquistas pessoais e para a humanidade.

Conhecemos historias de desistência por não se sentirem capazes; por acomodação, medo. Desistência por falta de fé e insegurança; e tantas outras historias que desistir gerou arrependimento e frustração.

E outras historias de pessoas que chegaram a conclusão de que a desistência foi a melhor saída para o momento.

Importante refletir sobre algumas situações que podem nos deixar em dúvida quanto a persistir ou desistir:

- os becos sem saída: aquelas situações que por mais que você insista, faça e persista nada acontece. Paralisou, travou.

- outro momento importante é quando você começa a avaliar e questionar todas as mudanças que serão necessárias para você alcançar o que deseja. “Será que compensa tanto investimento?” “Será que se eu desistir agora e tentar outra coisa, ou de outra forma, eu consigo o que eu quero?” “Estou disposto a enfrentar as mudanças para alcançar o que desejo?”

Podemos desistir da estratégia, da forma como estamos fazendo e perseverar no sonho, no objetivo.

Como reflexão, fica uma mensagem da brilhante e audaciosa Clarice Lispector: “Não sei se quero descansar por estar realmente cansada, ou se quero descansar para desistir.”

Abraço fraterno

Diagnóstico Empresarial Sistêmico – DES

O objetivo de qualquer empresa é obter o maior retorno possível sobre o capital investido. Para isto, utiliza-se de todas as ferramentas disponíveis para crescer, prosperar e obter maiores margens e fatias de mercado.

Para encontrar o caminho de crescimento, é preciso desenvolver a capacidade da empresa de formular e implementar estratégias que lhe permitam conservar, de forma duradoura, uma posição sustentável no mercado.

Para que uma posição de crescimento possa ser mantida em longo prazo, a empresa deve acompanhar e analisar frequentemente as variáveis que afetam seu desempenho.

O Diagnóstico Empresarial Sistêmico é um retrato da situação gerencial da empresa. É um processo que determina quais as questões mais relevantes que precisam ser resolvidas.

É através do diagnóstico empresarial que a empresa:
• Identifica os pontos prioritários a serem revisados para melhorar a performance da gestão operacional e estratégica.
• Ajusta o rumo da empresa; melhorando as relações para aumentar a produtividade, criatividade e satisfação de seus colaboradores, clientes e equipes.

Uma empresa que pretende manter-se em crescimento, e no mercado, precisa conhecer suas forças e ameaças.

A grande vantagem obtida pela utilização do Diagnóstico Empresarial Sistêmico é que, além de conhecer melhor o seu desempenho, a empresa pode identificar desvios nos processos e tomar a decisão mais acertada para a melhoria de sua organização.

Sua empresa quer crescer? Faça um diagnóstico para saber se ela está saudável, pronta para o crescimento, ou se necessita de ajustes, “tratamentos” e vitalidade para fomentar o crescimento.

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Tipo Psicológico IV Artístico-Criativo

A característica predominante deste tipo é a busca pela harmonia, paz, união e beleza.

Possuem uma apurada apreciação do belo, um excelente senso de cor e muito bom gosto. Seu amor pela beleza e seu desejo de criar tornam-nos refinados em seus impulsos e na expressão de suas qualidades estéticas. Tendem a transformar o amor sexual em uma arte refinada.

São indivíduos mutáveis: oscilam constantemente entre extremos de otimismo e pessimismo, períodos de vitalidade e ilimitada felicidade alternados por outros de desencorajamento e desespero. Possuem uma grande imaginação e tendem a exagerar e a dramatizar as situações e reações, distorcendo a realidade.

São extremamente sensíveis a impressões do mundo externo e a influência de outras pessoas. São muito influenciados pelo ambiente em que vivem, facilmente perturbados pela desarmonia, desorganização e bagunça.

A intuição é muito ativa e está sempre em busca do significado oculto em todas as coisas que percebe.

Alterna períodos de passividade e inércia com épocas de atividade febril, demonstrando, muitas vezes, falta de disciplina e de autocontrole. No caso de artistas criativos, pensadores e inventores, essa aparente desordem ou inércia representa um período de gestação, uma preparação interior.

A personalidade do Tipo Criativo-Artístico é usualmente rica em fantasias, sonhadora e pouco prática; tende a não querer entrar em contato com a realidade dos fatos e a fabricar um mundo de fantasia para nele viver seus sonhos, devaneios e abrir-se para seus profundos momentos criativos.

São versáteis, generosos e idealistas. Têm profunda compreensão das questõess humanas, solidariedade, humor sutil, um certo descontentamento que os motiva a crescerem, evoluirem, aperfeiçoarem-se.

São sete tipos psicológicos. Em cada um de nós há uma mescla dos sete tipos e um é o predominante. Podemos, por motivos externos, passarmos a agir como outro tipo psicológico por defesa, para agradar, ser aceitos, reprimir ou ocultar nosso tipo “original”.

Observe seu comportamento no lar, com a família, no trabalho, socialmente e, principalmente, seu modo de pensar e tomar decisões.

No próximo artigo você conhecerá o Tipo 5 – Científico.

Abraço fraterno!

Tipo Psicológico III – Ativo Prático

Tipo 3 – Ativo Prático

A qualidade fundamental que caracteriza esse tipo é a atividade inteligente. São intensamente práticos. Possuem uma capacidade inata de manipular a matéria e submetê-la a diversos usos. Transformam pensamentos e conceitos em realidade. Alto poder de materialização. Perspicazes e bem sucedidos na construção, manutenção ou reparo de objetos.

A meta de seus maiores esforços é o dinheiro. Segue em busca de atividades que garantam prosperidade e sucesso material.

O tipo anterior, o Amoroso, quer dinheiro e outras posses para seu prazer, conforto, segurança; seu desejo é obter essas coisas sem esforço ou preocupação, seja por herança, presente ou sorte. O tipo Ativo-Prático, ao contrário, está interessado no processo de fazer dinheiro, no jogo de lidar com o dinheiro em negócios, nas transações bancárias, etc. Ele aprecia o dinheiro como um símbolo que traduz sua capacidade, seu sucesso e seu “valor social”.

Esse tipo é extrovertido; as suas emoções demonstram reações imediatas e vivas. É freqüentemente eficiente, às vezes generoso, mas também precipitado e impaciente.

Um homem de sucesso nos negócios que oferece à sua mulher todo conforto e luxo possível para satisfazer seus desejos materiais, não obstante, deixa-a insaciada no nível emocional, terminando por perguntar a si mesmo, pesaroso e ressentido, por que ela está insatisfeita, inquieta e por que – como ocorre com freqüência – ela quer deixá-lo.

É geralmente inteligente, mentalmente ativo, empreendedor e encontra rapidamente os métodos corretos, mas somente quando se trata de problemas práticos e concretos. Quando lida com questões filosóficas, idéias gerais e questões subjetivas, perde o interesse e desiste do argumento, qualificando esses temas de superficiais, pouco práticos, abstratos demais e “que não chegam a parte alguma”.

Esse tipo pode obter o máximo de resultados com o mínimo esforço de gasto, de tempo e de materiais. Essa qualidade torna-o capaz de executar a importante função de contribuir para a evolução da humanidade, utilizando e aperfeiçoando tudo o que existe no mundo exterior. Devemos a ele a realização prática das idéias humanas.

A dificuldade básica é a tendência em adotar uma atitude materialista que facilmente conduz à excessiva estima do valor das conquistas materiais e do sucesso financeiro.

As tarefas psicossintéticas desse tipo são:

1. Reconhecimento do mundo intangível, das qualidades espirituais; o desenvolvimento da arte da contemplação, que lhes possibilitam sondar as profundezas de seu interior.

2. Liberação do apego, excesso de crítica e ressentimento.

3. Desenvolver a generosidade e empatia.

São sete tipos psicológicos. Em cada um de nós há uma mescla dos sete tipos e um é o predominante. Podemos, por motivos externos, passar a agir a partir de outro tipo psicológico por defesa, para agradar, ser aceito, reprimir ou ocultar nosso tipo “original”.

Observe seu comportamento no lar, com a família, no trabalho, socialmente e, principalmente, seu modo de pensar e tomar decisões.

No próximo artigo você conhecerá o Tipo 4 – Criativo-Artístico

Abraço fraterno!

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Tipo Psicológico II – Amoroso

Roberto Assagioli, fundador da Psicossíntese, consegue ser preciso, altamente didático e profundo ao descrever os tipos de personalidades.

Qual a tarefa para cada tipo psicológico?

1. Expressão: aceitar o tipo a que pertence; somente através do uso sábio de nossas verdadeiras qualidades poderemos libertar-nos das limitações.
2. Controle: corrigir os excessos do tipo psicológico a que pertencemos.
3. Harmonização: cultivar as faculdades ainda não desenvolvidas do nosso tipo psicológico.

Tipo 2 – Amoroso

Pensa de forma abrangente e possui a habilidade de ver todos os lados de uma questão, o que resulta em amplitude de visão e equanimidade.

A intuição é aguçada e demonstra compreensão amorosa. Busca a comunhão com o Self do próximo e o amor universal.

São pessoas de boa vontade, receptivas, sensíveis. Quando a sensibilidade é muito grande pode apresentar dificuldade em relacionar-se por captar os sentimentos dos outros e identificar-se com eles, ficando à mercê das flutuações emocionais externas, gerando dificuldade para separar o que é sentimento próprio e alheio.

Tem aversão à solidão, buscando companhia e contato social. Por temer a solidão pode não ser muito seletivo, iludindo-se e decepcionando-se.

Quando ficam sós tornam-se desencorajados e indolentes. Realizam-se por meio de relacionamentos. Por essa razão são facilmente influenciáveis.

São extrovertidos e conseguem captar a natureza essencial das pessoas, compreender suas necessidades, suas aspirações.

Querem conhecer, descobrir as causas dos sofrimentos dos outros para auxiliar, acolher com compaixão e respeito. Relacionar, unir, fundir, proteger, nutrir, intuir, reforçar, compreender, ensinar, educar são características básicas deste tipo. Sua irradiação é calma, exerce influência eficaz, duradoura, amorosa.

Atenção para a acomodação, passividade, insegurança, falta de concentração e autonomia. Tem dificuldade para decidir e prefere seguir a maioria, evitando conflitos. Pode apresentar maior necessidade de amar e derramar, em abundância, seus sentimentos em outrem, sufocando-o.

No outro extremo vemos alguns desses tipos dependentes do amor alheio que entram no caminho da cobrança, chantagem, possessividade, apego.

O apego e a possessividade são as causas principais do medo. O medo, por sua vez, é a maior causa do sofrimento humano. Sofremos pelo medo da perda. Agimos, muitas vezes, com estupidez, chegando mesmo à crueldade, nascidas da tentativa desesperada de evitar o perigo real ou imaginário de perder a quem “amamos”. Se olharmos as atitudes nascidas do apego e da possessividade podemos nos perguntar: “onde está o amor?”.

A tarefa central desse tipo é eliminar do amor os elementos de avidez, possessividade. Aprender a amar com liberdade interior, permitindo, ao mesmo tempo, liberdade aos seres amados.

São sete tipos psicológicos. Em cada um de nós há uma mescla dos sete tipos e um é o predominante. Podemos, por motivos externos, passar a agir como outro tipo psicológico por defesa, para agradar, ser aceito, reprimir ou ocultar nosso tipo “original”.

Observe seu comportamento no lar, com a família, no trabalho, socialmente e, principalmente, seu modo de pensar e tomar decisões.

No próximo artigo você conhecerá o Tipo 3 – Ativo-Prático.

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