Bem-vindo!

“Nada lhe posso dar que já não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isto é tudo”. Hermann Hesse

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Coragem!

Assim somos nós.
Voltar é impossível na existência.
Você pode ir em frente e se arriscar.
Coragem!
Torne-se OCEANO !!!

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Bem-vindo!

“Nada lhe posso dar que já não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isto é tudo”. Hermann Hesse

Viver bem e melhor

Errar faz parte do caminho, das experiências. É a aventura de viver! Podemos viver bem e melhor aprendendo com nossos erros, vivências, com a natureza, pessoas e situações!

1. A aceitação da responsabilidade é essencial para tornar o aprendizado possível. Aprender com nossos erros nos torna mais responsáveis e “donos” de nós mesmos e do nosso caminho.

2. Afaste-se da culpa, remorso, sentimento de vítima, dramas, julgamento e críticas que te jogam para baixo. Reconheça a sua parcela de responsabilidade e busque soluções.

3. Procure entender porque o erro aconteceu; investigue para conhecer suas causas.

4. Que informações, decisões e atitudes anteriores poderiam ter evitado o erro?

5. Que mudanças são necessárias para evitar a repetição deste erro?

6. Que tipos de mudanças são difíceis para você?

7. Que tipo de comportamento você precisaria mudar em situação semelhante?

É sinal de maturidade espiritual reconhecer e reparar nossos erros. E tocar em frente!

Somos todos aprendizes o tempo todo!

Projeções para 2012

Através de estudos consistentes baseados na milenar tradição da Numerologia Pitagórica e indicadores de perfil psicológico, é possível realizar projeções e orientações para o ano de 2012.

Este estudo personalizado tem como objetivos:

- Favorecer a tomada de decisões

- Destacar pontos fortes e fracos para o ano de 2012 nas diversas áreas: amor, dinheiro, trabalho, espiritualidade, família, saúde, etc.

- Oferecer orientações práticas, úteis e importantes para você direcionar a energia disponível e alcançar seus objetivos e propósitos.

Consulta individual com hora marcada.

Incluso: um brinde que o ajudará a ter mais foco e convicção nos seus objetivos para 2012.

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11 2046-7227
11 8803-4140

Persistir ou desistir?

A maioria de nós já pensou em desistir de algo. Alguns já pensaram em desistir do casamento, do emprego, da vida, do namoro, do curso, da família, de alguma amizade, do sonho; e também não são poucos os que já desistiram de fato.

Segundo o dicionário, persistir significa continuar firme e constante em um sentimento, uma resolução.

Podemos confundir persistir com teimosia, “cabeça-dura”. Por isso, é preciso estar atento para as prováveis consequências e riscos de tal atitude. Evitar ultrapassar os limites da ética e do bom senso.

O progresso humano não existiria sem a perseverança. Conhecemos várias historias de pessoas que perseveraram e conseguiram grandes conquistas pessoais e para a humanidade.

Conhecemos historias de desistência por não se sentirem capazes; por acomodação, medo. Desistência por falta de fé e insegurança; e tantas outras historias que desistir gerou arrependimento e frustração.

E outras historias de pessoas que chegaram a conclusão de que a desistência foi a melhor saída para o momento.

Importante refletir sobre algumas situações que podem nos deixar em dúvida quanto a persistir ou desistir:

- os becos sem saída: aquelas situações que por mais que você insista, faça e persista nada acontece. Paralisou, travou.

- outro momento importante é quando você começa a avaliar e questionar todas as mudanças que serão necessárias para você alcançar o que deseja. “Será que compensa tanto investimento?” “Será que se eu desistir agora e tentar outra coisa, ou de outra forma, eu consigo o que eu quero?” “Estou disposto a enfrentar as mudanças para alcançar o que desejo?”

Podemos desistir da estratégia, da forma como estamos fazendo e perseverar no sonho, no objetivo.

Como reflexão, fica uma mensagem da brilhante e audaciosa Clarice Lispector: “Não sei se quero descansar por estar realmente cansada, ou se quero descansar para desistir.”

Abraço fraterno

Diagnóstico Empresarial Sistêmico – DES

O objetivo de qualquer empresa é obter o maior retorno possível sobre o capital investido. Para isto, utiliza-se de todas as ferramentas disponíveis para crescer, prosperar e obter maiores margens e fatias de mercado.

Para encontrar o caminho de crescimento, é preciso desenvolver a capacidade da empresa de formular e implementar estratégias que lhe permitam conservar, de forma duradoura, uma posição sustentável no mercado.

Para que uma posição de crescimento possa ser mantida em longo prazo, a empresa deve acompanhar e analisar frequentemente as variáveis que afetam seu desempenho.

O Diagnóstico Empresarial Sistêmico é um retrato da situação gerencial da empresa. É um processo que determina quais as questões mais relevantes que precisam ser resolvidas.

É através do diagnóstico empresarial que a empresa:
• Identifica os pontos prioritários a serem revisados para melhorar a performance da gestão operacional e estratégica.
• Ajusta o rumo da empresa; melhorando as relações para aumentar a produtividade, criatividade e satisfação de seus colaboradores, clientes e equipes.

Uma empresa que pretende manter-se em crescimento, e no mercado, precisa conhecer suas forças e ameaças.

A grande vantagem obtida pela utilização do Diagnóstico Empresarial Sistêmico é que, além de conhecer melhor o seu desempenho, a empresa pode identificar desvios nos processos e tomar a decisão mais acertada para a melhoria de sua organização.

Sua empresa quer crescer? Faça um diagnóstico para saber se ela está saudável, pronta para o crescimento, ou se necessita de ajustes, “tratamentos” e vitalidade para fomentar o crescimento.

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Tipo Psicológico IV Artístico-Criativo

A característica predominante deste tipo é a busca pela harmonia, paz, união e beleza.

Possuem uma apurada apreciação do belo, um excelente senso de cor e muito bom gosto. Seu amor pela beleza e seu desejo de criar tornam-nos refinados em seus impulsos e na expressão de suas qualidades estéticas. Tendem a transformar o amor sexual em uma arte refinada.

São indivíduos mutáveis: oscilam constantemente entre extremos de otimismo e pessimismo, períodos de vitalidade e ilimitada felicidade alternados por outros de desencorajamento e desespero. Possuem uma grande imaginação e tendem a exagerar e a dramatizar as situações e reações, distorcendo a realidade.

São extremamente sensíveis a impressões do mundo externo e a influência de outras pessoas. São muito influenciados pelo ambiente em que vivem, facilmente perturbados pela desarmonia, desorganização e bagunça.

A intuição é muito ativa e está sempre em busca do significado oculto em todas as coisas que percebe.

Alterna períodos de passividade e inércia com épocas de atividade febril, demonstrando, muitas vezes, falta de disciplina e de autocontrole. No caso de artistas criativos, pensadores e inventores, essa aparente desordem ou inércia representa um período de gestação, uma preparação interior.

A personalidade do Tipo Criativo-Artístico é usualmente rica em fantasias, sonhadora e pouco prática; tende a não querer entrar em contato com a realidade dos fatos e a fabricar um mundo de fantasia para nele viver seus sonhos, devaneios e abrir-se para seus profundos momentos criativos.

São versáteis, generosos e idealistas. Têm profunda compreensão das questõess humanas, solidariedade, humor sutil, um certo descontentamento que os motiva a crescerem, evoluirem, aperfeiçoarem-se.

São sete tipos psicológicos. Em cada um de nós há uma mescla dos sete tipos e um é o predominante. Podemos, por motivos externos, passarmos a agir como outro tipo psicológico por defesa, para agradar, ser aceitos, reprimir ou ocultar nosso tipo “original”.

Observe seu comportamento no lar, com a família, no trabalho, socialmente e, principalmente, seu modo de pensar e tomar decisões.

No próximo artigo você conhecerá o Tipo 5 – Científico.

Abraço fraterno!

Tipo Psicológico III – Ativo Prático

Tipo 3 – Ativo Prático

A qualidade fundamental que caracteriza esse tipo é a atividade inteligente. São intensamente práticos. Possuem uma capacidade inata de manipular a matéria e submetê-la a diversos usos. Transformam pensamentos e conceitos em realidade. Alto poder de materialização. Perspicazes e bem sucedidos na construção, manutenção ou reparo de objetos.

A meta de seus maiores esforços é o dinheiro. Segue em busca de atividades que garantam prosperidade e sucesso material.

O tipo anterior, o Amoroso, quer dinheiro e outras posses para seu prazer, conforto, segurança; seu desejo é obter essas coisas sem esforço ou preocupação, seja por herança, presente ou sorte. O tipo Ativo-Prático, ao contrário, está interessado no processo de fazer dinheiro, no jogo de lidar com o dinheiro em negócios, nas transações bancárias, etc. Ele aprecia o dinheiro como um símbolo que traduz sua capacidade, seu sucesso e seu “valor social”.

Esse tipo é extrovertido; as suas emoções demonstram reações imediatas e vivas. É freqüentemente eficiente, às vezes generoso, mas também precipitado e impaciente.

Um homem de sucesso nos negócios que oferece à sua mulher todo conforto e luxo possível para satisfazer seus desejos materiais, não obstante, deixa-a insaciada no nível emocional, terminando por perguntar a si mesmo, pesaroso e ressentido, por que ela está insatisfeita, inquieta e por que – como ocorre com freqüência – ela quer deixá-lo.

É geralmente inteligente, mentalmente ativo, empreendedor e encontra rapidamente os métodos corretos, mas somente quando se trata de problemas práticos e concretos. Quando lida com questões filosóficas, idéias gerais e questões subjetivas, perde o interesse e desiste do argumento, qualificando esses temas de superficiais, pouco práticos, abstratos demais e “que não chegam a parte alguma”.

Esse tipo pode obter o máximo de resultados com o mínimo esforço de gasto, de tempo e de materiais. Essa qualidade torna-o capaz de executar a importante função de contribuir para a evolução da humanidade, utilizando e aperfeiçoando tudo o que existe no mundo exterior. Devemos a ele a realização prática das idéias humanas.

A dificuldade básica é a tendência em adotar uma atitude materialista que facilmente conduz à excessiva estima do valor das conquistas materiais e do sucesso financeiro.

As tarefas psicossintéticas desse tipo são:

1. Reconhecimento do mundo intangível, das qualidades espirituais; o desenvolvimento da arte da contemplação, que lhes possibilitam sondar as profundezas de seu interior.

2. Liberação do apego, excesso de crítica e ressentimento.

3. Desenvolver a generosidade e empatia.

São sete tipos psicológicos. Em cada um de nós há uma mescla dos sete tipos e um é o predominante. Podemos, por motivos externos, passar a agir a partir de outro tipo psicológico por defesa, para agradar, ser aceito, reprimir ou ocultar nosso tipo “original”.

Observe seu comportamento no lar, com a família, no trabalho, socialmente e, principalmente, seu modo de pensar e tomar decisões.

No próximo artigo você conhecerá o Tipo 4 – Criativo-Artístico

Abraço fraterno!

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Tipo Psicológico II – Amoroso

Roberto Assagioli, fundador da Psicossíntese, consegue ser preciso, altamente didático e profundo ao descrever os tipos de personalidades.

Qual a tarefa para cada tipo psicológico?

1. Expressão: aceitar o tipo a que pertence; somente através do uso sábio de nossas verdadeiras qualidades poderemos libertar-nos das limitações.
2. Controle: corrigir os excessos do tipo psicológico a que pertencemos.
3. Harmonização: cultivar as faculdades ainda não desenvolvidas do nosso tipo psicológico.

Tipo 2 – Amoroso

Pensa de forma abrangente e possui a habilidade de ver todos os lados de uma questão, o que resulta em amplitude de visão e equanimidade.

A intuição é aguçada e demonstra compreensão amorosa. Busca a comunhão com o Self do próximo e o amor universal.

São pessoas de boa vontade, receptivas, sensíveis. Quando a sensibilidade é muito grande pode apresentar dificuldade em relacionar-se por captar os sentimentos dos outros e identificar-se com eles, ficando à mercê das flutuações emocionais externas, gerando dificuldade para separar o que é sentimento próprio e alheio.

Tem aversão à solidão, buscando companhia e contato social. Por temer a solidão pode não ser muito seletivo, iludindo-se e decepcionando-se.

Quando ficam sós tornam-se desencorajados e indolentes. Realizam-se por meio de relacionamentos. Por essa razão são facilmente influenciáveis.

São extrovertidos e conseguem captar a natureza essencial das pessoas, compreender suas necessidades, suas aspirações.

Querem conhecer, descobrir as causas dos sofrimentos dos outros para auxiliar, acolher com compaixão e respeito. Relacionar, unir, fundir, proteger, nutrir, intuir, reforçar, compreender, ensinar, educar são características básicas deste tipo. Sua irradiação é calma, exerce influência eficaz, duradoura, amorosa.

Atenção para a acomodação, passividade, insegurança, falta de concentração e autonomia. Tem dificuldade para decidir e prefere seguir a maioria, evitando conflitos. Pode apresentar maior necessidade de amar e derramar, em abundância, seus sentimentos em outrem, sufocando-o.

No outro extremo vemos alguns desses tipos dependentes do amor alheio que entram no caminho da cobrança, chantagem, possessividade, apego.

O apego e a possessividade são as causas principais do medo. O medo, por sua vez, é a maior causa do sofrimento humano. Sofremos pelo medo da perda. Agimos, muitas vezes, com estupidez, chegando mesmo à crueldade, nascidas da tentativa desesperada de evitar o perigo real ou imaginário de perder a quem “amamos”. Se olharmos as atitudes nascidas do apego e da possessividade podemos nos perguntar: “onde está o amor?”.

A tarefa central desse tipo é eliminar do amor os elementos de avidez, possessividade. Aprender a amar com liberdade interior, permitindo, ao mesmo tempo, liberdade aos seres amados.

São sete tipos psicológicos. Em cada um de nós há uma mescla dos sete tipos e um é o predominante. Podemos, por motivos externos, passar a agir como outro tipo psicológico por defesa, para agradar, ser aceito, reprimir ou ocultar nosso tipo “original”.

Observe seu comportamento no lar, com a família, no trabalho, socialmente e, principalmente, seu modo de pensar e tomar decisões.

No próximo artigo você conhecerá o Tipo 3 – Ativo-Prático.

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Tipos Psicológicos – Tipo I Volitivo

Roberto Assagioli, fundador da Psicossíntese, consegue ser preciso, altamente didático e profundo ao descrever os tipos de personalidades. Convida-nos a voltar a atenção para as motivações internas e não apenas para os comportamentos, mas para o que nos motiva a agir de determinadas formas. Chama nossa atenção para olharmos amplamente o nosso modo de estarmos presentes no mundo, nossa participação nos grupos e nossa filosofia de vida.

É uma proposta dinâmica que nos mostra como podemos superar os limites do nosso “tipo psicológico” e desenvolver as qualidades e potencialidades presentes no Self.

Um convite carinhoso para autoavaliação isenta de culpas, julgamentos ou críticas, mas com boa vontade para vencer os vícios de comportamento, abandonar velhas e limitantes crenças e entrar em contato com a força interior e colocar em prática o que há de melhor em nós.

Qual a tarefa para cada tipo psicológico?

1. Expressão: aceitar o tipo a que pertence; somente através do uso sábio de nossas verdadeiras qualidades, poderemos libertar-nos das limitações.
2. Controle: corrigir os excessos do tipo psicológico a que pertencemos.
3. Harmonização: cultivar as faculdades ainda não desenvolvidas do nosso tipo psicológico.

Tipo 1 – Volitivo

É caracterizado pela ação pronta e deliberada, poder de conquistar, conduzir e dominar.

Mentalidade aberta, visão sintética e de longo alcance. Grande poder de concentração e direção. Autoconfiança, independência interna, firmeza, propósitos definidos, persistência, imparcialidade, determinação para atingir objetivos e incentivar as pessoas a direcionarem e buscarem seus sonhos. Líder.

Aguçado senso de justiça e clareza mental. Vontade forte, não desiste e possui grande capacidade para suportar adversidades, seguir em frente e motivar pessoas a superarem obstáculos. Ambição, autoafirmação. Coragem, prontidão e habilidade para assumir responsabilidade por uma causa que julgue digna. Confiável, mantém a palavra.

Tendência à dominação, violência verbal e física. Introvertido, chegando ao isolamento. Inibe demonstrações de afeto e sentimentos. Pouca consideração com seus sentimentos e os alheios. Impaciente, agressivo e irritável. Excessivamente crítico. Desconfiado. Dono da verdade. Não pede, manda. Dificuldade em elogiar e reconhecer os potenciais alheios. Não expressa gratidão.

A tarefa psicossintética desse tipo é:
- Evocar o amor: desenvolver o afeto, compreensão, empatia e compaixão que estão em seu Self e carecem de expressão.
- Cultivar a sensibilidade, intuição e vontade de cooperar, em vez de, exclusivamente, dominar, competir e dirigir os outros.
- Sair do isolamento e aprender a sentir prazer com a convivência. Ter amigos e não apenas “contatos”. Estimular a vida social alegre e descontraída.
- Dialogar ao invés de discursar. Aprender a ouvir e considerar as idéias e opiniões alheias.
- Incluir em seus interesses a busca pelo equilíbrio emocional e espiritual.
- Abandonar o medo de amar, ser amado e sentir-se vulnerável. O amor nos torna, verdadeiramente, fortes.
- Direcionar sua admirada inteligência, poder e vontade forte também a serviço dos outros.

Você é, ou está, Volitivo?

São sete tipos psicológicos. Em cada um de nós há uma mescla dos sete tipos e um é o predominante. Podemos, por motivos externos, passar a agir como outro tipo psicológico por defesa, para agradar, ser aceito, reprimir ou ocultar nosso tipo “original”.

Observe seu comportamento no lar, com a família, no trabalho, socialmente e, principalmente, seu modo de pensar e tomar decisões.

No próximo artigo você conhecerá o Tipo 2 – Amoroso.

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Fofoca, calúnia e difamação

Inicialmente, é importante definir e distinguir fofoca, injúria, calúnia e difamação. Injuriar significa desqualificar alguém, ou seja, atribuir a determinado indivíduo características negativas, ruins, de forma a ofendê-la intimamente. Difamar consiste na ação de imputar a alguém fato ofensivo à sua reputação.

É muito importante destacar que os danos decorrentes da injúria, da calúnia e da difamação podem ser de natureza moral (prejuízos à honra, ao nome, à imagem, etc.), ou de natureza patrimonial, afetando a carreira e os negócios.

A calúnia se aproxima da difamação por atingirem a honra de alguém, por meio da imputação de um fato.

Fofoca é o mexerico, intriga, a bisbilhotice. É um mal que para muitos é divertimento sem importância, mas que pode ser extremamente destrutivo.

Quando uma pessoa não controla a cobiça ou conhece pouco a si mesmo, seus potenciais e qualidades, o resultado é a inveja, que desperta o instinto animal de prejudicar o próximo ao invés de cuidar de si. Desmerecer o outro na tentativa de valorizar a si mesmo.

Existe uma verdadeira indústria por trás da fofoca. Revistas, programas de televisão especializados em fofocas, jornais sensacionalistas, milhares e milhares de pessoas envolvidas na indústria milionária do mexerico.

Qual de nós não fica com a “língua coçando” para passar adiante uma notícia?

O importante é usarmos um “filtro” para separar o que pode causar mal ao próximo. Somos responsáveis pelo que sai de nossa boca.

Ainda procuramos negar e esconder este fenômeno quando dele somos vítimas. Sentimos vergonha de sermos caluniados quando a vergonha deveria ser do autor da calúnia.

O caluniador é uma pessoa que está em conflito consigo mesmo. Quem está de bem com a vida não tem sequer vontade de caluniar, quer apreciar as coisas boas da vida, conquistar, crescer, compartilhar.

A recuperação de quem sofre a calúnia se faz na medida em que a pessoa encara de frente, preserva sua autoestima, desvinculando-se desta agressão verbal e psicológica da qual está sendo vítima. Poderá buscar ajuda profissional e, se for o caso, procurar a Justiça (Código Penal Brasileiro).

Aquele que se percebe gerador de calúnia, também se beneficiará de uma ajuda profissional para lidar de maneira mais eficaz com seus desequilíbrios, que geram infelicidade para si e ao seu redor.

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Dê uma chance a você mesmo!

Transcrevo abaixo um artigo do Dr. Roberto Assagioli intitulado Liberdade na Prisão. Em 1938, quando foi preso pelos fascistas devido a seus pontos de vista antibélicos e internacionalistas, deu-se conta de que somente uma atitude de aceitação consciente poderia permitir-lhe manter uma visão clara de suas reais opções.

“Eu compreendi que era livre para assumir dentre várias atitudes com relação à situação, para dar um valor ou outro a ela, para utilizá-la de uma maneira ou de outra. Eu poderia rebelar-me interiormente e blasfemar; ou poderia submeter-me passivamente, vegetando; ou poderia condescender ao doentio prazer da autopiedade e assumir o papel de mártir; ou poderia levar a situação na esportiva com senso de humor, considerando-a como uma nova e interessante experiência.

Poderia torná-la um tratamento de repouso ou de intenso pensar, tanto a respeito de assuntos pessoais – revendo o que já se passara de minha vida e ponderando a respeito – quanto a respeito de problemas científicos e filosóficos; ou poderia tirar vantagem da situação para fazer um treinamento psicológico pessoal; ou, finalmente, poderia torná-lo um retiro espiritual.

Eu tinha a percepção clara, pura, de que isto era inteiramente assunto meu; de que eu era livre para escolher qualquer uma ou diversas destas atitudes e atividades; que esta escolha teria efeitos inevitáveis, que eu poderia antever e pelos quais eu era inteiramente responsável. Não havia dúvidas em minha mente quanto a esta liberdade e poder essenciais e seus inerentes privilégios e responsabilidades.“

Aceitar a situação como ela se apresenta diminui o foco sobre o problema e, assim, podemos ter mais força, criatividade e inspiração para encontrarmos soluções ou formas de nos adaptarmos ao que não podemos transformar.

Abraço fraterno!
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